Vitória pra música brasileira!
    
Graças a alguma força divina, nesse sabado, dia 21/08, foi cancelado o show do CPM 22 aqui em Taubaté porque naum vendeu convite suficiente!.(Bom, show do Tianastácia em São José devia ter umas 500 pessoas, e mesmo assim rolou puta show!)ESTRELISMO< ESTRELISMO<ESTRELISMO< da parte dessa banda nomeada "caixa postal mil e vinte dois",
>CARÁTER>CARÁTER>CARÁTER> da parte do Tianastácia, que sempre se mostrou uma banda "independente", e muito humilde.
Bom, espero que esse seja o primeiro de muitos! Isso é pra esses caras aprenderem uma coisa,,,sejam sempre humildes, estrelismo naum leva a nada, isso mostra tbem que qqer um pode subir e cair da noite pro dia!
Saiba ser gente, conviver e respeitar todos C P M 22( )
Escrito por Barrelss às 12h03
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O Horror Eleitoral Gratuito

Atenção senhores pais. Ele voltou! Todo cuidado é pouco. Tirem as crianças da sala!
Começou o horror eleitoral gratu… quer dizer, o horário eleitoral gratuito.
A intenção inicial até que era boa. Deixar o candidato expor suas idéias, independente dos seus recursos financeiros, diretamente para você na televisão. Mas como sabemos, as avenidas superfaturadas do inferno estão pavimentadas de boas intenções.
O horário gratuito dá emprego a muita gente: marketeiros, big escritórios de advogados, jornalistas de aluguel… tudo isso contratado a peso de muita… muita… muita grana!
(Parenteses: Ué, então o horário é gratuito para quem?)
A verdade é que o horário eleitoral virou um festival de bobagens e muito pouco, quase nenhum, debate de idéias. Uma sucessão de gente boazinha, lendo teleprompter.
(Outro parenteses: teleprompter é uma maquininha que permite quem está na frente da câmera ler um texto bem emocionante, cheio de promessas sem que você, que está aí do outro lado vendo TV, perceba. Parece que estão falando de improviso. Mas na verdade, estão lendo um texto preparado. Contando historinhas para boi dormir)
A Lei Eleitoral, aprovada em 1997, proíbe os veículos de comunicação de quase tudo. É proibido difundir opinião favorável ou contrária a qualquer candidato. Não podemos criticar, nem questionar os candidatos, com perguntas bem básicas, tipo:
- Candidato, de onde o senhor vai tirar dinheiro pra cumprir essas promessas?
- Senhor vereador, vossa excelência está mesmo preparado para o cargo ou tá interessado só numa boquinha?
Debates na TV, só com regras bem quadradas. E com todos candidatos presentes! Resultado: vira aquele mesmo blablablá do horario eleitoral.
Até o humor é controlado. Essa máscara que ilustra o blog é de uma figura da politica norte-americana (retirada do Forbes.com)! É proibido fazer referência aos candidados das eleições brasileiras. Senão, é multa, pesada.
Como descobrir a verdadeira face do seu candidato por trás de tantas regras e efeitos especiais?
Como sair dessa enrascada? Você concorda com esse controle dos veículos de comunicação? Tem alguma idéia para aperfeiçoar a democracia brasileira, o horário eleitoral? Ou vamos ficar nesse chove não molha?
Texto de Marcelo Tas.
Escrito por Barrelss às 14h37
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Um pouco sobre a melhor banda do Brasil, pouco conhecida pelas pessoas. Culpa de quem? Mídia, que só coloca CPM e Charlie Brown na fita! Ô Cabeça minuscula não?!
 
O nascimento de um dente em uma criança é sinal de evolução. Evolução que naturalmente chega para o ser humano, tornando-o mais maduro. No caso do Tianastácia, pode-se dizer que a criança – antes louca – agora evoluiu, ficou um pouco mais madura, mas continua numa boa.
“Na Boca do Sapo Tem Dente” é o quinto disco de estúdio do Tianastácia e mostra o sexteto atento à evolução de seu som, de seu público e de si próprios. Oito anos depois de seu nascimento, Podé ( voz e violão ), Maurinho ( voz e violão ), Beto ( baixo ), Antônio Julio ( guitarra ), Leozinho ( guitarra ) e Glauco ( bateria ) têm certeza que o passar dos anos só deixou boas marcas em suas vidas. A estrada tornou os seis mais certos do que querem para sua carreira, além de tê-los aproximado ainda mais. O resultado disto foi o próprio processo de gravação deste álbum, feito no estúdio “Jota Quest” de maneira independente, num clima de relaxamento total, e que contribuiu para que ele tivesse uma inédita unidade.
Enquanto nos trabalhos anteriores a banda se mudava para registrá-los, neste a necessidade de se ficar em casa tornou-se prioridade. O clima das sessões foi tão descontraído que era comum ver os seis dando um mergulho na piscina que fica ao lado do estúdio, nos intervalos. Todo este ambiente contribuiu para que “Na Boca do Sapo Tem Dente” fosse o trabalho mais simples e complexo ao mesmo tempo do Tianastácia. Simples porque as canções têm uma universalidade ímpar e complexo porque os arranjos foram cada vez mais trabalhados e mudados até que chegassem no ponto. Ironicamente a faixa que abre o disco (e também o 1o. single) é “Fora de Controle”, contrastando com o momento de “controle total” de sua carreira. É o primeiro trabalho da banda em que todas as canções são inéditas e, para não deixar que isto passasse batido, convidaram alguns amigos para celebrar. Os jota quests Rogério Flausino e Márcio Buzelin contribuíram para que “O Sol” (Antônio Júlio) tivesse um clima soul, enquanto Paulinho Santos, do grupo Uakti, trouxe seus kits de percussão inusitados para o estúdio e preencheu os espaços das canções “Sapo Antunes” (Beto/Tom Zé), “Aldeia” (Antônio Júlio) e “Desperdícios” (Antônio Júlio).
Já Tom Zé é um caso à parte. Amigo da banda desde a época do álbum “Tá na Boa” – quando deu o seu aval para a versão de “Conto de Fraldas” –, o compositor baiano é o co-autor de “Sapo Antunes”, um punk rock experimental com pitadas tropicalistas e uma letra que evoca bem mais a sonoridade das palavras do que seus significados. Como se não bastasse, ele ainda participou das gravações, imprimindo seu estilo inconfundível à canção.
A tão falada maturidade da banda ainda pode ser percebida nas letras de “Na Boca do Sapo Tem Dente”. O tema mais recorrente da música pop - o amor - está cada vez mais presente. Não somente o amor romântico, como em “Rama”, mas a perda dele, como em “Calada” (Beto / Mari Castelo / Podé / Chico Amaral) e o sentimento para com um amigo que se foi, como em “Aldeia” - que vem como uma outra surpresa nesse disco pelo seu formato totalmente acústico sobre uma base percussiva – feita por Antônio Júlio para homenagear o antigo integrante da banda, Cadu, já falecido.
A crítica social – outro tema sempre preponderante nas letras do Tianastácia – também dá o ar de sua graça no álbum em quatro faixas. “Fora de Controle” (Podé) fala da alienação que a televisão causa ao ser humano, “Não Tinha Emprego” (Podé), da realidade do povo brasileiro, que dá valor a coisas fúteis, deixando outras mais interessantes de lado, “Esquina Puta Cocaína” (Podé/Beto/ Maurinho), de pobreza, enquanto “Desperdícios” fala de injustiças, unindo o antigo ao novo, ou seja, vai do repente ao rap guiada por uma programação de bateria moderna e marcante. Completam o disco as viscerais “Milho Verde” (Antônio Júlio/Podé) e “Qualquer Besteira” (Podé/Beto), a balada com um pé na esquina do clube “Bondosa” (Beto / Antônio Júlio / Podé / Maurinho / Léo) e a bela “Ao Zeca”, feita por Maurinho para seu filho recém-nascido.
“Na Boca do Sapo Tem Dente” é, enfim, um trabalho que marca a entrada do Tianastácia em outro nível de sua carreira, sem perder o quê de criancice louca que sempre a pontuou desde o início. A crueza do som do disco, aliada à técnica invejável de seus integrantes, faz com que o álbum se torne uma referência para o rock and roll brazuca. Não seria exagero dizer que o som expelido pelas veias do sexteto é dos mais honestos da atualidade. Aliado à uma boa dose de despojamento, torna-se bem mais autêntico. A produção de “Na Boca do Sapo Tem Dente” ficou a cargo de Carlo Bartolini (que já havia trabalhado com a banda em “Criança Louca”), de Ronaldo Villas e do próprio Tianastácia.
“Na Boca do Sapo Tem Dente” foi viabilizado graças ao patrocínio da Telemig Celular, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
FICHA TÉCNICA: PRODUZIDO POR CARLO BARTOLINI, RONALDO VILLAS E TIANASTÁCIA NO ESTÚDIO JOTA QUEST – BELO HORIZONTE (*) MIXADO E GRAVADO POR CARLO BARTOLINI NO ESTÚDIO MEGA – SP (*) MASTERIZADO POR CARLOS FREITAS NO CLASSIC MASTER - SP ENGENHEIROS ADICIONAIS: LEO “NASTACIA”, LACHINI E RONALDO GINO ASSISTENTE: RAFAEL LEVY PRODUÇÃO EXECUTIVA: LEONARDO OLIVEIRA E RONALDO VILLAS
(*) – EXCETO RAMA, PRODUZIDA POR PAULINHO FONSECA, GRAVADA POR STANLEY (ESTÚDIO HIP BOP), MIXADA POR TORCUATO MAIANO E RENATO LUIZ (ESTÚDIO MIX DOWN) PROJETO GRÁFICO: MARIANA CASTELO BRANCO E DANIEL CASTELO BRANCO. FOTOS: MARIANA CASTELO BRANCO, RONALDO VILLAS E MILTON BITENCOURT
Escrito por Barrelss às 21h09
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Essa vai pra"nóis"! Galera que sabe aproveitar da natureza !

É melhor repensar certos conceitos. Os estigmas do surfista burro e do executivo inteligente não sobrevivem a esta reflexão.
" Quer dizer, então, que surfista é burro? O cara vive pelas praias, muitas delas em lugares paradisíacos, como Hawaii, Tahiti, Bali e Fernando de Noronha, pega onda e mulheres espetaculares, mantém uma alimentação e um estilo de vida necessariamente saudáveis, entende o que é comunhão com a natureza, pois aprendeu a respeitá-la na prancha, sabe a importância da solidariedade com os colegas ou outros banhistas em momentos de aflição dentro d'água e, ufa, em alguns casos, ainda é pago para fazer tudo isso. Esse sujeito é burro?! Bem, dizer isso equivale a afirmar que inteligente é o cara que sobrevive engravatado, olhos deteriorados diante do computador, respirando num sistema de ar-condicionado infestado de ácaros, se vira com as colegas semi-gordas (com barriga estilo borda catupiry) do escritório, bate um hambúrguer rápido, afoga em cafezinhos, só conhece a natureza pelo Discovery Channel, desconfia de tudo e de todos, em ambientes altamente estressantes e, ufa, em quase todos os casos, ainda ganha mal para isso.
Estranha sociedade a nossa."
Texto de Arthur Dapieve, reproduzido do Jornal Bem Estar/Florianópolis.
Escrito por Barrelss às 20h52
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Vai de cara uma liçãozinha de moral pra quem espera colher alguma coisa sem ter plantado nada!
Outro dia recebi uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro.
Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro. Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar.
Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta.
No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência.
Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas.
Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando.
Ou que já deram duro e agora podem se acomodar. Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca.
A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!!
Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem.
A pergunta importante não é "quanto vou ter?", mas sim "no que vou me transformar?" Não é "quanto vou ganhar?", mas sim "quanto vou aprender?".
Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje.
Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.
O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço.
Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é.
Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.
Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou.
Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa.
Produz mais, vale mais? Ganha mais.
Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples.
Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.
É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo.
Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos.
Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.
Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: "Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje".
Esse deveria ser o foco da sua atenção. Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos.
Melhore 1% todos os dias (o conceito de "kaizen"), em diversas áreas da sua vida, sem parar.
Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente/superficialmente pareça que não está melhorando.
Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma: o de não mudar: "Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve".
Por: Raul Candeloro (Editor da Revista Venda Mais)
Escrito por Barrelss às 20h50
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